Não, eu me nego! Isso tem que parar!
Eu quero e não posso...
Velhos vícios em novas doses...
Até quando, meu Deus?
Até quando?
E o pulso torpe continua a pulsar
A vala, o fosso
Covas rasas de dissabores
Cerro os olhos para não me curvar
Afasta! Não posso!
Velhos desejos a me incitar
Arranca do peito essas dores!
E se sigo, louca, cega, tropeçando
Continuo a te perguntar
Até quando, meu Deus?
Até quando?
